Dias confusos, tristes, sei lá... Acho que quando acontece algo impactante na vida de alguem que conheço fico muito introspectivo, claro que quando acontece com a minha fico ainda mais, mas dessa vez o que veio a acontecer foi algo tão repentino, tão rápido, tão impactante, tão inesperado. É acho que a palavra era essa mesmo: "INESPERADA".
De repente você está ouvindo os sorrisos, ouvindo as histórias que a pessoa tem a contar, de repente você enxerga refletida nos olhos daquela pessoa a beleza de viver da forma que escolheu ou talvez não, talvez da maneira que tenha sido imposta, mas de certa forma, sendo costumeiro ou não, eu sentia a sua alegria de viver, sentia a sinceridade em suas palavras mesmo que nossa convivência tenha sido assim tão repentina como foi sua partida.
Minhas dúvidas e explanações tornam-se ainda mais fortes quando acontece algo assim tão INESPERADO. Não sei como agir, nunca tive uma perda assim. Já perdi namorada, amigos, colegas, parentes, oportunidades diversas, mas nunca experimentei essa dor e nem quero experimentar mesmo sabendo que um dia terei que experimentar... Esquece! Devo esquecer isso...
Acho meio mórbido, mas quem sabe o que é triste ou feliz? Quem sabe o certo ou errado? Nessas horas as dúvidas aumentam mesmo, como eu já havia citado em linhas anteriores.
Essas incertezas me fizeram escrever algo que resolvi postar aqui.
Segue mais um curto poema de minha autoria. Ele chama-se "A incerteza surge tão repentina quanto o descanso... ". e de certa forma é uma homenagem a quem parte tão repentinamente como partiu essa senhora que eu achava legal apesar de conhecer muito pouco, e que um certo dia disse: " Andrei tem moral comigo..."
"A incerteza surge tão repentina quanto o descanso... "
simples
confusa
Tão repentina
tão rápida
e fulminante
tão bela
reconfortante
tão suja
besta
pura
por vezes singela
por outras caótica
Dura
enfim,a alma desencarna
e surge o término
ou o início?
Quem sabe de algo?
Ninguem!
De repente você está ouvindo os sorrisos, ouvindo as histórias que a pessoa tem a contar, de repente você enxerga refletida nos olhos daquela pessoa a beleza de viver da forma que escolheu ou talvez não, talvez da maneira que tenha sido imposta, mas de certa forma, sendo costumeiro ou não, eu sentia a sua alegria de viver, sentia a sinceridade em suas palavras mesmo que nossa convivência tenha sido assim tão repentina como foi sua partida.
Minhas dúvidas e explanações tornam-se ainda mais fortes quando acontece algo assim tão INESPERADO. Não sei como agir, nunca tive uma perda assim. Já perdi namorada, amigos, colegas, parentes, oportunidades diversas, mas nunca experimentei essa dor e nem quero experimentar mesmo sabendo que um dia terei que experimentar... Esquece! Devo esquecer isso...
Acho meio mórbido, mas quem sabe o que é triste ou feliz? Quem sabe o certo ou errado? Nessas horas as dúvidas aumentam mesmo, como eu já havia citado em linhas anteriores.
Essas incertezas me fizeram escrever algo que resolvi postar aqui.
Segue mais um curto poema de minha autoria. Ele chama-se "A incerteza surge tão repentina quanto o descanso... ". e de certa forma é uma homenagem a quem parte tão repentinamente como partiu essa senhora que eu achava legal apesar de conhecer muito pouco, e que um certo dia disse: " Andrei tem moral comigo..."
"A incerteza surge tão repentina quanto o descanso... "
simples
confusa
Tão repentina
tão rápida
e fulminante
tão bela
reconfortante
tão suja
besta
pura
por vezes singela
por outras caótica
Dura
enfim,a alma desencarna
e surge o término
ou o início?
Quem sabe de algo?
Ninguem!



